Na classificação do autor, a fratura da parte medial da espinha da escápula é incluída nas fraturas ______, e o limite convencional entre o acrômio e a espinha lateral é ______.
- do corpo; a faceta articular acromioclavicular
- do corpo; o ângulo acromial
- dos processos; o ângulo acromial
- dos processos; a faceta articular acromioclavicular
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Conceito-chave
A espinha medial pertence ao corpo na classificação do autor, e o ângulo acromial separa convencionalmente acrômio de espinha lateral. A mesma palavra “espinha” pode aparecer em dois grupos conforme a região, por isso a localização precisa ser preservada.
A parte medial participa do pilar espinal, um dos caminhos de carga do corpo biomecânico. Já espinha lateral e acrômio formam uma continuidade estrutural analisada entre os processos; o ângulo acromial é o marco usado para distingui-los.
A faceta acromioclavicular situa uma relação articular, mas não é o limite convencional pedido. O resumo descreve traços do acrômio frequentemente atrás dessa faceta, enquanto o grupo de transição fica junto ao ângulo e pode levar todo o acrômio. Isso ajuda a entender por que faceta e ângulo não são intercambiáveis.
Leia “Acrômio e espinha lateral” e a arquitetura dos pilares, na Biblioteca. Classifique a região efetivamente fraturada, sem decidir só pelo nome geral do osso.
Por que esta questão foi criada. A organização anatômica do autor orienta os padrões e a técnica. O simulado testa a distinção entre espinha medial e lateral, que muda o grupo da fratura.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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