Na fixação da fratura do corpo da escápula, a fratura do ângulo espinomedial pode ficar sem fixação quando o desvio for menor que ______ e ______.
- 10 mm; o paciente for idoso
- 5 mm; o paciente for idoso
- 5 mm; o pilar lateral estiver estavelmente fixado
- 10 mm; o pilar lateral estiver estavelmente fixado
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Conceito-chave
Pode-se deixar o ângulo espinomedial sem fixação se o desvio for menor que 5 mm e o pilar lateral estiver estavelmente fixado. São duas condições conjuntas. Um número pequeno na radiografia não substitui a estabilidade da reconstrução principal.
A mobilização do infraespinal pode desestabilizar o ângulo espinomedial. Por outro lado, restaurar e fixar o pilar lateral pode melhorar a posição do pilar espinal. O autor admite algum movimento residual no ângulo pouco desviado quando essa base lateral está estável; fora dessas condições, descreve placa, parafusos bloqueados ou cerclagem.
Isso não é uma regra de “não operar o ângulo no idoso”. Idade e condição clínica participam da decisão geral sobre operar a fratura, mas a pergunta trata da suficiência da montagem já escolhida. O critério técnico que completa os 5 mm é a estabilidade lateral, e não uma característica demográfica isolada.
Leia “Implantes e redução”, na Biblioteca. Diferencie decidir se o paciente deve operar de decidir quais fragmentos precisam de fixação depois que a reconstrução foi indicada.
Por que esta questão foi criada. O capítulo propõe evitar fixações desnecessárias quando o pilar principal já foi estabilizado. O simulado exige reconhecer as duas condições, em vez de usar apenas o limite em milímetros.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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