Na fratura do colo cirúrgico da escápula com ruptura dos ligamentos coracoclavicular e coracoacromial, o fragmento glenoidal desvia para ______, e a distância coracoclavicular ______.
- distal e em valgo; fica normal
- distal e medialmente; aumenta
- distal e medialmente; fica normal
- distal e em valgo; aumenta
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Conceito-chave
Com ruptura coracoclavicular e coracoacromial, o colo cirúrgico torna-se totalmente instável: a glenoide vai para distal e medial, e a distância coracoclavicular aumenta. O fragmento inclui o coracoide, cujos músculos contribuem para a direção do deslocamento.
A classificação do autor usa o estado das conexões. Com ambos os ligamentos íntegros, o colo cirúrgico pode manter pouco desvio. Se rompe apenas o coracoacromial, a instabilidade é rotacional e a distância coracoclavicular pode permanecer normal. Rompendo os dois, aumenta a separação, sobretudo coracoclavicular, e o bloco glenoidal perde a sustentação.
Há ainda uma forma óssea totalmente instável: a base do coracoide se separa do colo com ligamentos íntegros. Nesse caso, as distâncias podem continuar normais e o fragmento glenoidal vai para distal e valgo, porque os músculos do coracoide não o puxam mais da mesma maneira. A normalidade de uma distância não prova estabilidade em todos os padrões.
Leia “As três fraturas do colo e para onde vai a glenoide”, na Biblioteca. Primeiro descubra se a falha é ligamentar ou óssea; depois associe direção e distância.
Por que esta questão foi criada. O TEOT 2023 cobrou a direção do desvio na lesão ligamentar do colo. O simulado explicita os dois ligamentos e acrescenta a medida coracoclavicular para testar a conexão mecânica.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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