Na fratura desviada do colo anatômico da escápula, o fragmento glenoidal desvia para ______, e o ângulo glenopolar ______.
- distal e em valgo; aumenta
- distal e em valgo; diminui
- distal e em varo; aumenta
- distal e em varo; diminui
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Conceito-chave
No colo anatômico, a glenoide vai para distal e valgo, e o ângulo glenopolar aumenta. É a exceção importante à lembrança de que um ângulo muito pequeno sugere deformidade: uma fratura grave também pode produzir um valor excessivamente alto.
O traço anatômico separa a fossa sem levar a base do coracoide. O bloco tem conexões diferentes das do colo cirúrgico, cujo fragmento inclui o coracoide. No padrão anatômico, a fonte descreve alargamento subacromial e ângulo que pode atingir 70 graus.
A faixa padrão informada para o ângulo na AP verdadeira é 35 a 51 graus, com valor de referência de 41. No algoritmo relativo, menos de 20 ou mais de 60 favorecem cirurgia em paciente apropriado. Esses limites não substituem identificar o tipo de fratura nem são universalmente padronizados.
Não basta verificar se o ângulo está acima de 20. A normalidade exige considerar os dois extremos e, sobretudo, o padrão. A reconstrução 3D ajuda a diferenciar a glenoide verdadeiramente separada de uma aparente medialização causada por fratura do corpo.
Leia as fraturas do colo e as ressalvas do ângulo glenopolar, na Biblioteca. Relacione a direção do fragmento à mudança da medida.
Por que esta questão foi criada. O TECOC cobrou distal e valgo no colo anatômico. O simulado acrescenta o aumento do ângulo, evitando que a regra de menos de 20 graus seja aplicada isoladamente a todos os padrões.
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