Na fratura da glenoide superior (fratura intra-articular da base do coracoide), as indicações cirúrgicas do autor são desvio articular maior que ______ ou risco de ______.
- 2 mm; lesão do nervo supraescapular
- 2 mm; impacto do coracoide
- 4 mm; impacto do coracoide
- 4 mm; lesão do nervo supraescapular
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Conceito-chave
Para a glenoide superior, o autor usa desvio articular maior que 4 mm ou risco de impacto do coracoide. São duas razões distintas: incongruência da superfície e interferência mecânica do processo que acompanha o fragmento.
Esse padrão é uma fratura intra-articular da base do coracoide. O fragmento leva uma parte superior da fossa e pode variar de tamanho. O polo superior é menos crítico que a área circular inferior, permitindo tolerar alguma incongruência, mas isso não elimina a indicação quando o desvio é relevante ou o coracoide ameaça impacto.
A fixação é difícil por causa da tração muscular no coracoide. O resumo descreve parafusos de tração canulados através dele até a glenoide ou o colo. Portanto, o processo não é apenas um nome usado para classificar; sua posição e suas forças entram na indicação e na técnica.
O supraescapular é importante em acessos e na instrumentação do colo, mas o resumo não o coloca como a segunda condição desta regra. Não se deve substituir um problema de impacto mecânico por uma ameaça neural apenas porque ambos seriam clinicamente relevantes.
Leia o item “Glenoide superior”, em “Quando operar a glenoide”, na Biblioteca. Diferencie o limite do degrau da indicação independente por impacto.
Por que esta questão foi criada. O capítulo diferencia a tolerância do polo superior da área de contato inferior. O simulado testa a exceção de impacto do coracoide, que uma regra baseada só em milímetros deixaria passar.
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