Na fratura da borda anteroinferior da glenoide, segundo o autor, o padrão que exige redução aberta e fixação interna é a fratura
- periférica da borda.
- em fenda vertical de toda a metade anterior.
- da borda com fragmento pequeno e ombro estável.
- por impacção da cabeça do úmero em abdução.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A fenda vertical que separa toda a metade anterior é o padrão para o qual o autor exige redução aberta e fixação. A categoria “borda anteroinferior” reúne lesões de tamanhos e efeitos diferentes; não se pode aplicar a mesma conduta a todas.
O resumo distingue borda periférica, saliência anteroinferior e fenda vertical. Fragmentos periféricos podem seguir conservadoramente, com possibilidade de abordagem artroscópica no jovem. A saliência desviada, especialmente instável, é fixada. Já a fenda que envolve toda a metade anterior representa um bloco maior e exige reconstrução aberta no esquema descrito.
A via deltopeitoral permite a exposição desse segmento; parafusos de tração ou placa pequena são os recursos mencionados. O objetivo é congruência e estabilidade, e não simplesmente eliminar qualquer linha de fratura visível. Fragmento pequeno em um ombro estável não equivale a metade anterior separada.
O impacto em abdução é o mecanismo destacado para glenoide inferior, geralmente com extensão ao corpo, abordada por Judet. É outra distinção necessária para não confundir “parte inferior” com toda a categoria anteroinferior.
Leia “Quando operar a glenoide”, na Biblioteca. Identifique qual dos três padrões anteriores existe antes de escolher a via ou o método.
Por que esta questão foi criada. As indicações de fixação glenoidal aparecem em provas com tamanho, desvio e estabilidade. O simulado usa um padrão anatômico que muda diretamente a necessidade de redução aberta.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo