A fratura da glenoide inferior resulta tipicamente de ______, e sua abordagem cirúrgica habitual é ______.
- impacto direto da cabeça do úmero em abdução; a via de JUDET
- impacto direto da cabeça do úmero em abdução; a via deltopeitoral
- luxação anterior do ombro; a via de JUDET
- luxação anterior do ombro; a via deltopeitoral
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Conceito-chave
A glenoide inferior fratura pelo impacto direto da cabeça umeral em abdução e é abordada habitualmente por Judet. O mecanismo é diferente do arrancamento de uma borda durante a luxação. O fragmento inferior costuma carregar parte da borda lateral e traços no corpo.
Essa extensão explica a via. A Judet permite tratar tanto a fossa inferior quanto o corpo por posterior. A cápsula é aberta junto à borda posterior para ver ou palpar a redução, e a fixação da superfície articular precisa ser integrada à reconstrução do corpo.
A deltopeitoral é utilizada na borda anteroinferior e no coracoide. Não deve ser escolhida apenas porque “anteroinferior” e “inferior” compartilham uma palavra. Na glenoide inferior extensa, a necessidade de alcançar o corpo é parte decisiva do planejamento.
A artroscopia tem utilidade nas bordas anterior e posterior, mas a fonte considera inadequado aplicá-la como solução desse padrão inferior propagado ao corpo. Menor incisão não compensa não controlar os fragmentos que precisam ser reduzidos.
Leia os padrões glenoidais e “Quando operar a glenoide”, na Biblioteca. Relacione mecanismo, extensão do fragmento e acesso.
Por que esta questão foi criada. O capítulo associa de forma específica o impacto em abdução à glenoide inferior. O simulado acrescenta a via para testar se o aluno entende por que a extensão ao corpo muda o tratamento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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