Na série do autor, a fratura mais rara da fossa glenoidal é a da ______, em regra associada a ______.
- glenoide superior; luxação anterior
- glenoide superior; subluxação ou luxação posterior
- borda posterior; luxação anterior
- borda posterior; subluxação ou luxação posterior
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Conceito-chave
A borda posterior foi a fratura glenoidal mais rara da série e se associou à subluxação ou luxação posterior. O enunciado restringe a comparação às fraturas da fossa e à população do autor. Não se trata da distribuição de todas as fraturas escapulares nem de um ranking universal em qualquer serviço.
Na tabela, borda posterior representa 4%; glenoide superior, 17%; borda anterior e glenoide inferior, 32% cada. As categorias têm mecanismos e padrões diferentes: o segmento anterior se relaciona à luxação anterior; o inferior, ao impacto da cabeça em abdução; o superior inclui a base intra-articular do coracoide.
Essas relações ajudam a procurar a história compatível e a interpretar a tomografia. Uma porcentagem pequena não significa lesão sem importância. A borda posterior pode afetar estabilidade, e a conduta ainda depende de desvio, tamanho e comportamento da cabeça umeral.
Leia a tabela “Fraturas da glenoide na série do autor”, na Biblioteca. Guarde população, região e mecanismo juntos, sem transferir frequências de um padrão para outro.
Por que esta questão foi criada. O capítulo organiza a glenoide por padrões anatômicos e mecanismos. A questão cobra o menos frequente para obrigar a diferenciar a borda posterior da glenoide superior.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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