Na fratura extra-articular do corpo da escápula, o ângulo glenopolar e a angulação dos fragmentos da borda lateral são medidos, respectivamente, nas incidências
- perfil da escápula (Neer II) e anteroposterior verdadeira (Neer I).
- anteroposterior verdadeira (Neer I) e perfil da escápula (Neer II).
- axilar e perfil da escápula (Neer II).
- anteroposterior verdadeira (Neer I) e axilar.
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Conceito-chave
As duas medidas olham relações diferentes. O ângulo glenopolar compara a orientação da glenoide com o corpo da escápula. Para construí-lo, são necessárias a linha entre os polos da glenoide e a linha do polo superior ao ângulo inferior da escápula. A projeção de referência é a AP verdadeira da escápula, ou Neer I.
A angulação dos fragmentos da borda lateral é avaliada no outro plano: o perfil escapular, Neer II ou incidência em Y. Esse perfil também permite apreciar translação e encavalamento dos fragmentos. Usar o plano errado confunde uma medida da relação glenoide-corpo com a deformidade entre os fragmentos da borda lateral (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 33, “O ângulo glenopolar e os outros três critérios”).
Na tomografia 3D, a mesma lógica orienta a escolha da vista apropriada, com maior precisão. Antes de aplicar qualquer valor de indicação cirúrgica, confira qual medida foi feita e em qual projeção. O resumo da Biblioteca apresenta essas medidas lado a lado.
Por que esta questão foi criada. Para distinguir as projeções usadas nas duas medidas que orientam o tratamento das fraturas extra-articulares.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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