Na reconstrução tridimensional da tomografia, a fratura da glenoide exige a vista ______ com subtração ______.
- lateral; da cabeça do úmero
- lateral; das costelas
- anterior; da cabeça do úmero
- anterior; das costelas
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Conceito-chave
Uma reconstrução 3D só ajuda se a estrutura que se quer estudar estiver visível. A cabeça umeral fica diante da superfície glenoidal; por isso, ao avaliar uma fratura da glenoide, a vista indicada é a lateral com subtração da cabeça do úmero. A retirada é digital, na reconstrução, e permite examinar a fossa sem a sobreposição da cabeça.
A escolha da vista depende do alvo: a posterior é útil para corpo e espinha, a anterior para o colo, inclusive para distinguir o anatômico do cirúrgico, e a lateral para a glenoide. O capítulo também recomenda subtrair estruturas vizinhas conforme a análise, como costelas e clavícula. Não existe uma única imagem tridimensional que substitua todas as vistas (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 33, “A sequência de imagem”).
Essa exposição da superfície ajuda a reconhecer quais fragmentos articulares estão separados e a extensão do traço. Para visualizar a relação entre alvo e projeção, leia a sequência de imagem no resumo da Biblioteca.
Por que esta questão foi criada. Para transformar a recomendação de tomografia 3D em uma escolha concreta de vista e estrutura a subtrair na avaliação da glenoide.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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