Nas fraturas da escápula, a lesão associada mais frequente e a mortalidade relatada são, respectivamente,
- fratura de costelas; 20% a 30%.
- fratura de costelas; 2% a 11%.
- traumatismo cranioencefálico; 2% a 11%.
- traumatismo cranioencefálico; 20% a 30%.
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Conceito-chave
Uma fratura da escápula pode ser a pista visível de um trauma muito maior. O osso repousa sobre o gradil costal, de modo que o mesmo impacto pode lesar a escápula, as costelas e o conteúdo torácico. Nas séries reunidas no capítulo, a lesão associada mais frequente é a fratura de costelas, presente em 27% a 65% dos casos.
A mortalidade relatada é de 2% a 11%, principalmente por lesão intratorácica grave ou falência de órgãos. Esse número não representa mortalidade produzida pela fratura escapular isolada. O traumatismo craniano também é uma associação relevante, mas não ocupa o primeiro lugar pedido aqui (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 33, “As lesões associadas”).
Na prática, encontrar a escápula fraturada não encerra a avaliação: é preciso procurar as outras lesões e examinar o componente neurovascular da cintura escapular. A seção de lesões associadas do resumo da Biblioteca organiza essa busca.
Por que esta questão foi criada. Para reunir dois dados que orientam a avaliação do politraumatizado: a associação com costelas e a mortalidade das séries, sem atribuí-la à fratura isolada.
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