No acesso de JUDET, ao abrir o intervalo entre o infraespinal e o redondo menor, os vasos que perfuram o redondo menor cerca de 3 a 4 cm distais à borda inferior da glenoide e devem ser ligados são os
- toracodorsais.
- supraescapulares.
- circunflexos da escápula.
- circunflexos umerais posteriores.
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Conceito-chave
Ao abrir a janela entre infraespinal e redondo menor, os vasos que perfuram o redondo menor 3–4 cm abaixo da glenoide são os circunflexos da escápula, alternativa C. No acesso de Judet descrito, eles são ligados antes da mobilização do infraespinal.
A localização evita confundir dois momentos da exposição. Primeiro, o vaso circunflexo contorna a borda lateral e cruza o campo que precisa ser liberado. Depois, ao rebater o infraespinal para proximal, aparece o feixe supraescapular na incisura espinoglenoidal, que deve ser protegido da tração excessiva, e não tratado como o vaso que se liga naquele intervalo (Rockwood, 10ª ed., cap. 33, “A via de Judet”).
A dissecção tem custo. A modificação extensa solta o infraespinal da escápula, mas pode aumentar dor e tempo de reabilitação. O resumo descreve janelas limitadas conforme o padrão da fratura. Portanto, conhecer o vaso não significa indicar liberação muscular completa em toda fratura.
O ponto decisivo é seguir trajeto, plano e distância da glenoide. Nomes de vasos da região do ombro, por si, não identificam qual deles cruza a borda lateral da escápula nesta janela.
Por que esta questão foi criada. Ela complementa o reconhecimento da via de Judet com a diferença entre vasos ligados na janela lateral e feixe supraescapular preservado durante a elevação muscular.
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