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Questão de Luxação acromioclavicular (OrtoQuestões Simulados)

Trauma adultoLuxação acromioclavicularOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

A estrutura indicada pela seta na tomografia, na extremidade medial da clavícula, começa a se ossificar por volta dos ______ e se funde à diáfise por volta dos ______.

Fonte: Rockwood and Green's Fractures in Adults, 10ª ed., capítulo 32, figura 32-5.
Fonte: Rockwood and Green's Fractures in Adults, 10ª ed., capítulo 32, figura 32-5.
  1. 18 a 20 anos; 23 a 25 anos
  2. 12 a 14 anos; 18 a 20 anos
  3. 18 a 20 anos; 30 a 35 anos
  4. 12 a 14 anos; 23 a 25 anos
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Gabarito: A · 18 a 20 anos; 23 a 25 anos

Conceito-chave

O primeiro osso e a última fise. O Rockwood (capítulo 32, Physeal Injuries) lembra o paradoxo da clavícula: ela é o primeiro osso longo a se ossificar (5ª semana de vida intrauterina), mas a epífise da extremidade medial é a última dos ossos longos a aparecer e a última a se fechar (Figura 32-5, a epífise fina como uma lâmina).

Os números.

EventoIdade
ossificação da epífise medial18 a 20 anos
fusão com a diáfise23 a 25 anos
união completa pode faltar até31 anos (Webb e Suchey, 859 autópsias)
envolvimento fisário nas luxações ECaté 16% (Boesmueller)

Por que isso importa. Muitas "luxações esternoclaviculares" de adolescentes e adultos jovens (até 25 anos) são, na verdade, fraturas pela fise, com a epífise permanecendo junto ao manúbrio e a clavícula se deslocando. O ligamento capsular se prende sobretudo na epífise medial, o que ajuda a explicar por que a falha ocorre na fise.

Consequências práticas.

  • A lesão fisária pode ser anterior ou posterior, e é frequentemente perdida na apresentação inicial.
  • A RM ajuda a definir se a epífise se deslocou com a clavícula ou ficou junto ao manúbrio, e evita radiação na criança.
  • As lesões fisárias anteriores reduzidas costumam consolidar rápido e remodelar.
  • As posteriores devem ser reduzidas na fase aguda; Lafosse relatou 0% de sucesso da redução fechada na separação fisária posterior (0 de 4), contra 50% nas luxações, atribuindo a dificuldade à espícula metafisária do traço SALTER-HARRIS tipo II.
  • O potencial de remodelação vai até os 23 a 25 anos.

Ligação com a prova. A banca já cobrou a direção da tração do esternocleidomastóideo e a posição da cabeça na lesão fisária esternoclavicular com desvio anterior (TEOT 2024) e a manobra de redução da luxação EC posterior na criança (TARO 2025). Questões de ossificação da clavícula na 5ª semana de gestação também aparecem.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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