Luxação acromioclavicular completa na radiografia anteroposterior, com distância coracoclavicular igual à do lado normal, sugere ______, e a melhor incidência para confirmá-la é a de ______.
- fratura da base do processo coracoide; STRYKER
- fratura da base do processo coracoide; WEST POINT
- fratura da clavícula distal; STRYKER
- fratura da clavícula distal; WEST POINT
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Conceito-chave
A pista está na distância coracoclavicular. O Rockwood (capítulo 32, Type III Injury) descreve uma variante rara da tipo III: a separação completa das superfícies articulares da AC acompanhada de fratura do processo coracoide, em vez da ruptura dos ligamentos coracoclaviculares. Como os ligamentos CC continuam íntegros e presos ao fragmento do coracoide, a distância coracoclavicular fica igual à do lado normal, mesmo com a AC luxada. Essa combinação, luxação completa com CC normal, é o que deve levantar a suspeita.
Onde fratura. Na maioria das vezes, pela base do coracoide (Figura 32-23); às vezes pela ponta. A fratura é difícil de ver nas radiografias de rotina.
As incidências (Figura 32-22).
| Incidência | O que mostra |
|---|---|
| AP | a luxação AC; a fratura do coracoide não aparece |
| AP do lado normal | distância CC igual à do lado lesado |
| axilar | a fratura da ponta; a da base é difícil |
| WEST POINT | a fratura da ponta do coracoide |
| STRYKER | a fratura da base do coracoide: é a incidência ideal |
Como se faz a STRYKER. Paciente em decúbito dorsal, braço elevado acima da cabeça com a palma atrás da cabeça, úmero paralelo ao eixo longitudinal do corpo e cotovelo apontando para o teto (Figura 32-12). Coloca o coracoide de perfil. Pode ser difícil no ombro agudo e doloroso.
Tratamento da variante. Resultados semelhantes com tratamento cirúrgico e não cirúrgico; a maioria dos autores recomenda não operar, tratando como uma tipo III, desde que a fáscia deltotrapezial não esteja muito lesada e o coracoide não esteja muito desviado. Quando a fratura do coracoide se estende à glenoide, o tendão conjunto roda o fragmento para inferolateral; os autores operam se o desvio articular for de 5 mm ou mais, avaliado por TC (Figura 32-24).
Ligação com a prova. Este é um fato carimbado: a banca já perguntou que a STRYKER avalia a fratura da base do coracoide (TARO 2018) e que, na tipo III, os ligamentos CC estão íntegros quando há fratura do processo coracoide (TARO 2015).
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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