Na incidência de ZANCA para a articulação acromioclavicular, o feixe é inclinado em sentido cefálico ______, com penetração de ______ da usada para a glenoumeral.
- 10 a 15 graus; intensidade igual à
- 10 a 15 graus; um terço à metade
- 30 a 40 graus; um terço à metade
- 30 a 40 graus; intensidade igual à
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Conceito-chave
Por que pedir "radiografia da AC" e não "do ombro". O Rockwood (capítulo 32, Imaging for Acromioclavicular Joint Injuries) explica que a AC precisa de um terço a metade da penetração usada para a glenoumeral. Com a técnica de ombro, a imagem da AC fica superexposta (escura) e pequenas fraturas passam despercebidas. Por isso o técnico deve ser avisado de que o exame é da AC.
O problema da AP comum. Na AP, a clavícula distal e o acrômio se sobrepõem à espinha da escápula, e fraturas sutis da clavícula distal se perdem. Zanca percebeu isso revisando 1.000 radiografias de pacientes com dor no ombro.
A incidência de ZANCA (Figuras 32-9 e 32-10).
- Inclinação cefálica de 10 a 15 graus.
- Penetração de cerca de 50% da AP do ombro.
- Feita bilateral, no mesmo filme e sem pesos, para comparar com o lado normal.
- Além de mostrar a articulação sem sobreposição, a inclinação padroniza a distância coracoclavicular, que aumenta numa AP pura pela paralaxe e pelo contorno ósseo.
- Mede-se: o desvio da clavícula distal acima do acrômio (em porcentagem da largura da clavícula ou em milímetros) e a distância da face inferior da clavícula à cortical superior do coracoide.
Outras incidências e exames.
| Exame | Para quê |
|---|---|
| axilar | posição anteroposterior da clavícula; deslocamento posterior (tipo IV) e pequenas fraturas do coracoide |
| STRYKER | coracoide de perfil; fratura da base do coracoide quando há luxação AC com distância CC normal |
| adução cruzada (BASMANIA) | AP com o braço aduzido |
| radiografia com peso | não recomendada: dolorosa, não aumenta a sensibilidade nem muda a classificação ou o tratamento |
Ligação com a prova. A banca já perguntou que a incidência de ZANCA não avalia a fratura da base do coracoide nem o deslocamento posterior, que são da STRYKER e da axilar (TARO 2018), e que a tipo IV não é mais bem avaliada pela ZANCA (TARO 2006).
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