Na bailarina, a fratura por estresse do segundo metatarso ocorre mais na ______ e, pelo risco de pseudartrose, é tratada com ______.
- diáfise distal; calçado de solado rígido e retorno à dança conforme a dor
- base (porção proximal); gesso ou órtese até a consolidação radiográfica, geralmente 6 a 8 semanas
- diáfise distal; gesso ou órtese até a consolidação radiográfica, geralmente 6 a 8 semanas
- base (porção proximal); calçado de solado rígido e retorno à dança conforme a dor
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Conceito-chave
No corredor, a fratura por estresse dos metatarsos mediais costuma estar na diáfise distal. Na bailarina em ponta, a carga pode produzir outra apresentação: base do segundo metatarso, na porção proximal. Essa localização merece cuidado pelo risco de pseudartrose.
É uma exceção importante à regra geral de baixo risco do primeiro ao quarto metatarsos. O capítulo recomenda gesso ou órtese até a consolidação radiográfica, em geral por seis a oito semanas, para a lesão proximal da bailarina. A melhora da dor, sozinha, não deve ser tratada como autorização de retorno à dança (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 24, “Primeiro ao quarto metatarsos: a fratura de marcha”).
O mesmo osso pode, portanto, ter riscos diferentes conforme local e carga esportiva. O resumo da Biblioteca compara o padrão do corredor ao da bailarina.
Por que esta questão foi criada. Para ensinar a exceção proximal do segundo metatarso na bailarina, evitando aplicar a ela o prognóstico da diáfise distal do corredor.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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