Na fratura por estresse do navicular, as anomalias do pé associadas e o tratamento da fratura incompleta são, respectivamente,
- primeiro metatarso longo e segundo metatarso curto; bota com carga livre e retorno ao treino conforme a dor.
- primeiro metatarso longo e segundo metatarso curto; gesso sem carga por 6 a 8 semanas.
- primeiro metatarso curto, segundo metatarso longo ou coalizão calcaneonavicular; gesso sem carga por 6 a 8 semanas.
- primeiro metatarso curto, segundo metatarso longo ou coalizão calcaneonavicular; bota com carga livre e retorno ao treino conforme a dor.
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Conceito-chave
O navicular combina um ponto de cisalhamento elevado com uma região de irrigação pobre. O traço típico é sagital, no terço central dorsal, e a lesão é de alto risco. Entre os fatores associados descritos estão primeiro metatarso curto, segundo longo e coalizão calcaneonavicular.
Essas associações não significam que todo pé com essa anatomia irá fraturar. Elas ajudam a investigar a distribuição de carga junto com treinamento e quadro clínico. Quando a fratura é incompleta, o capítulo recomenda gesso sem carga por seis a oito semanas, seguido de reabilitação gradual. Não é o cenário de liberar carga e treino apenas pela tolerância à dor (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 24, “Navicular”).
A TC permite delimitar a lesão e confirmar consolidação; o retorno exige avaliação clínica e estrutural. Fratura completa, esclerose nas bordas ou falha do conservador levam à discussão cirúrgica. O resumo da Biblioteca relaciona essas condições para evitar um protocolo único para todo navicular.
Por que esta questão foi criada. Para aprofundar o navicular cobrado no TARO 2023, conectando anatomia associada, alto risco e proteção da fratura incompleta.
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