São, respectivamente, sítios de fratura por estresse de alto risco e de baixo risco:
- a diáfise do fêmur e o maléolo medial.
- os sesamoides do hálux e o colo do fêmur no lado de tensão.
- a diáfise da ulna e a costela.
- o maléolo medial e a diáfise do fêmur.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O local de uma fratura por estresse indica quanto se pode perder se ela progredir. Maléolo medial é sítio de alto risco pela instabilidade e tendência à pseudartrose. A diáfise do fêmur, na classificação apresentada, está no grupo de baixo risco, com resposta geralmente boa à proteção e modificação da atividade.
A tabela também inclui sesamoides do hálux e colo femoral do lado de tensão entre os de alto risco; costelas e diáfise da ulna são de baixo risco. Portanto, não basta reconhecer um osso da lista: é preciso colocar o grupo de maior risco primeiro e o de menor depois (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 24, “Alto risco e baixo risco”).
Baixo risco não significa que o paciente possa ignorar a dor, nem alto risco exige a mesma operação em todo estágio. Grau da lesão, sintomas e evolução completam a decisão. Consulte a tabela e o algoritmo no resumo da Biblioteca.
Por que esta questão foi criada. Para comparar sítios pela consequência de progressão, incluindo a distinção entre colo e diáfise femoral.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo