Os exames de imagem que o Rockwood destaca como os mais úteis para o diagnóstico da espondilólise (fratura por estresse da pars interarticular) e para delimitar a fratura por estresse do navicular são, respectivamente,
- a radiografia oblíqua e a ultrassonografia.
- a radiografia oblíqua e a tomografia computadorizada.
- a SPECT e a tomografia computadorizada.
- a SPECT e a ultrassonografia.
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Conceito-chave
A primeira pergunta é sobre detectar atividade numa lesão da pars interarticular; a segunda é sobre delimitar uma fratura num osso pequeno do pé. São objetivos diferentes e ajudam a compreender o par de exames.
Para espondilólise, o capítulo destaca a SPECT, mais sensível que a radiografia na abordagem descrita, e discute a TC de cortes finos como complemento para extensão e idade da lesão. Para o navicular, a TC define o traço, sua extensão e a consolidação. A radiografia pode ser negativa no começo, tanto que uma imagem inicial normal não encerra a investigação de uma suspeita consistente (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 24, “Coluna: espondilólise” e “Navicular”).
A resposta reflete os destaques desse capítulo, não uma afirmação de que só existam esses exames: a RM também tem papel nas lesões por estresse. No resumo da Biblioteca, compare o objetivo de detectar uma lesão com o de mapear a estrutura óssea.
Por que esta questão foi criada. Para separar atividade da lesão e delimitação anatômica, respeitando os exames destacados no capítulo para pars e navicular.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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