Na cintilografia óssea trifásica, a fratura por estresse da tíbia e a síndrome do estresse tibial medial (canelite) aparecem, respectivamente, como
- captação focal nas três fases; captação linear e difusa apenas na fase tardia.
- captação linear e difusa apenas na fase tardia; captação focal nas três fases.
- captação focal apenas na fase tardia; captação linear e difusa nas três fases.
- captação linear e difusa nas três fases; captação focal apenas na fase tardia.
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Conceito-chave
Na cintilografia, o ponto doloroso de uma fratura por estresse e a borda dolorosa da canelite não têm o mesmo padrão. A fratura é descrita como foco de captação nas três fases; a canelite costuma ter captação linear e difusa somente na fase tardia.
A distinção combina distribuição e tempo: focal versus alongada pela borda medial; positividade angiográfica, de pool sanguíneo e tardia versus apenas tardia. A canelite é uma periostite medial difusa, enquanto a fratura representa uma lesão óssea focal. Ainda assim, o capítulo reconhece fraturas negativas na cintilografia e positivas na RM, de modo que o padrão típico não elimina a correlação clínica (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 24, “A imagem, exame por exame”).
O exame pode continuar alterado por 12 a 18 meses e não é critério isolado para liberar esporte. O resumo da Biblioteca apresenta essas diferenças e limitações.
Por que esta questão foi criada. Para contrastar fratura tibial e canelite, a partir do padrão cintilográfico cobrado no TARO 2018.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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