A diferença entre a fratura por estresse e a fratura por insuficiência é que a primeira resulta de ______ e a segunda, de ______.
- carga normal sobre osso com capacidade de reparo comprometida; carga elevada sobre osso relativamente normal
- carga elevada sobre osso com capacidade de reparo comprometida; carga normal sobre osso relativamente normal
- carga elevada sobre osso relativamente normal; carga normal sobre osso com capacidade de reparo comprometida
- carga normal sobre osso relativamente normal; carga elevada sobre osso com capacidade de reparo comprometida
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Conceito-chave
Fadiga e insuficiência podem terminar em fratura, mas começam por lados diferentes do equilíbrio. Na fadiga, a carga repetida é elevada para um osso relativamente normal. Na insuficiência, a carga pode ser habitual, mas o osso tem capacidade de reparo comprometida.
Assim, o aumento de treino de um corredor não é o mesmo cenário da mulher idosa com osteoporose que fratura sob carga cotidiana. A primeira avaliação precisa perguntar tanto “quanto esse osso está sendo exigido?” como “qual é sua capacidade de responder?”. Osteoporose, deficiência de vitamina D e outras doenças podem prejudicar a segunda parte dessa relação (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 24, “Estresse, insuficiência e fragilidade”).
O nome da lesão orienta a investigação: corrigir apenas o treino não basta quando há doença óssea, e encontrar osso normal não torna uma carga excessiva inofensiva. A tabela comparativa está no resumo da Biblioteca.
Por que esta questão foi criada. Para distinguir o desequilíbrio pela carga daquele pela qualidade óssea e orientar a investigação de causas associadas.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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