Na tríade da mulher atleta, entre os fatores abaixo, o que se associou ao maior aumento do risco de fratura por estresse em atletas é
- o índice de massa corporal abaixo de 17,5.
- a amenorreia secundária (3 meses ou mais sem menstruar).
- o escore Z da densidade mineral óssea abaixo de -1,0.
- a idade de 20 anos ou mais.
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Conceito-chave
A pergunta compara associações observadas numa população específica, não uma hierarquia universal de todos os fatores de risco. Na série de 390 atletas mulheres citada no capítulo, amenorreia secundária por pelo menos três meses se associou ao maior aumento entre os fatores apresentados: 12,9 vezes.
Na mesma análise, escore Z da densidade óssea abaixo de −1,0 se associou a aumento de 4,5 vezes e IMC abaixo de 17,5 a 1,1 vez. As adolescentes de 14 a 19 anos tiveram mais risco que as de 20 anos ou mais. O resultado ajuda a valorizar o ciclo menstrual como sinal da saúde energética e hormonal, sem transformar uma associação em previsão individual infalível (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 24, “A tríade da mulher atleta”).
A tríade liga baixa disponibilidade de energia, irregularidade menstrual e baixa densidade óssea. O resumo da Biblioteca explica esse mecanismo antes dos números, para que a investigação não se limite a perguntar o peso.
Por que esta questão foi criada. Para interpretar os fatores da tríade com o contexto e as limitações de uma série, sem usar multiplicadores como prognóstico individual.
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