Um ensaio prospectivo que comparou órtese funcional com haste intramedular na fratura da diáfise da tíbia foi interrompido precocemente porque
- os resultados foram melhores com a haste intramedular.
- os resultados foram melhores com a órtese funcional.
- houve muitas infecções no grupo da haste.
- houve muita dor anterior no joelho no grupo da haste.
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Conceito-chave
O ensaio foi interrompido porque os resultados favoreceram a haste intramedular, alternativa A. A questão pede o motivo daquela decisão no estudo, não uma lista geral de vantagens e complicações dos dois tratamentos.
O resumo identifica a randomização de Hooper e relata que a continuidade do tratamento fechado foi julgada inadequada diante do desempenho inferior desse grupo. Houve 27% de retardo ou pseudartrose no grupo fechado e menor tempo de afastamento com a haste (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “Os resultados de Sarmiento e dos outros”).
Por que isso não elimina a órtese em todo paciente? O próprio capítulo ainda admite tratamento não cirúrgico com alinhamento inicial excelente ou risco anestésico muito alto. O método funcional depende de boa seleção, partes moles que tolerem o molde e possibilidade de seguir o protocolo. Um resultado médio favorável à haste não apaga essas condições individuais.
Também é necessário separar estudos. O mesmo resumo cita outros resultados, como a série funcional de Sarmiento e a comparação de Bone, com números diferentes. Não se deve atribuir a Hooper toda taxa de retirada da haste, toda infecção ou toda dor no joelho mencionada no capítulo. Dor anterior é relevante para orientar o paciente, mas não é a razão apresentada para a interrupção deste ensaio.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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