A imagem a seguir mostra uma fratura ao redor da porção proximal da haste de uma prótese bipolar estável. A classificação de Vancouver e o tratamento são, respectivamente:

- A e carga restrita.
- A e osteossíntese.
- B1 e carga restrita.
- B1 e osteossíntese.
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Conceito-chave
Ler a imagem. A Figura 10-53 do Rockwood (capítulo 10) mostra uma hemiartroplastia bipolar do quadril com uma fratura na região do trocanter maior, ao redor da porção proximal da haste, que está estável. O capítulo a identifica como Vancouver tipo A e diz que esse tipo de fratura periprotética em geral não precisa de cirurgia.
Por que as periprotéticas aumentaram. Maior longevidade, com osteopenia e osteoporose, e mais artroplastias e fixações de fraturas levaram a um aumento rápido dessas fraturas. Ocorrem geralmente em idosos e podem ser muito difíceis de tratar. A maioria das associadas a artroplastia ocorre no fêmur, após prótese de quadril ou de joelho.
O princípio que governa o tratamento conservador. Duas condições: a fratura deve estar sem desvio ou com desvio mínimo, e o implante não pode estar solto. Se ambas estiverem presentes, a fratura pode ser tratada com um período de carga restrita.
Aplicando o princípio a cada local.
| Local | O que o capítulo diz |
|---|---|
| Fêmur proximal (Vancouver) | A estável: carga restrita; a maioria de B e C: cirurgia |
| Acetábulo | fraturas pequenas sem desvio (por exemplo, ao inserir hemiartroplastia): carga restrita; desviadas: cirurgia |
| Fêmur distal (Lewis e Rorabeck) | tipo I, sem desvio e estável: conservador; tipos II e III: cirurgia |
| Patela e tíbia proximal | mesmos princípios |
| Úmero | soltura é rara; Vancouver B com implante estável em osso osteopênico pode ter no conservador a única opção realista (Figura 10-54) |
| Cotovelo e tornozelo | mesmos princípios de desvio e estabilidade do implante |
Fraturas ao redor de fixação do fêmur proximal. São cada vez mais comuns, sobretudo com hastes cefalomedulares, mas também após parafusos deslizantes; costumam ser desviadas e há pouco papel para o tratamento conservador.
Ligação com a prova. A banca cobra muito a classificação de Vancouver: que ela se baseia na estabilidade do componente femoral e no estoque ósseo, que o tipo B2 (haste solta) exige revisão com haste mais longa e que B1 é haste estável com fratura ao redor ou logo abaixo dela. O tipo A, ao redor da região trocantérica, é o que o capítulo trata sem cirurgia quando estável.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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