No tratamento conservador das fraturas do acetábulo sem desvio, a exceção, por poder desviar tardiamente, é a fratura
- da parede posterior com pequeno fragmento.
- da coluna anterior baixa.
- transversa infratectal.
- transversa transtectal.
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Conceito-chave
A banca marcou D, transversa transtectal, como exceção ao tratamento conservador. O risco é compreensível: esse traço atravessa a cúpula de carga e pode perder congruência. O resumo, porém, traz outra exceção expressa entre as fraturas sem desvio: a parede posterior deve passar por exame sob anestesia, o que torna A também uma preocupação real.
Uma fratura sem desvio não é necessariamente estável. O resumo diz que menos de 7% das sem desvio ou minimamente desviadas se mostram instáveis e desviam; para a parede posterior, tamanho pequeno e TC concêntrica não excluem instabilidade dinâmica. Já a transtectal exige avaliar quanto teto íntegro resta e se a cabeça permanece concêntrica (Rockwood, 10ª ed., cap. 51, “Quem pode ficar sem cirurgia”).
Não há uma regra segura de que toda transtectal sem desvio precise operar. Os arcos do teto, quando aplicáveis, e a estabilidade completam o julgamento. O capítulo relata uma transversa com 50 graus nas três vistas que subluxou depois, sem atender ao limite posterior de Vrahas de 70 graus.
O aprendizado é vigiar padrões com risco de perda de contenção e não confiar apenas no desvio inicial. A letra oficial fica preservada, enquanto a alternativa A e a limitação da formulação permanecem explícitas.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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