No tratamento da fratura da diáfise do úmero com órtese funcional, a menor taxa de consolidação ocorre nas fraturas do terço
- distal.
- médio.
- proximal.
- distal com traço transverso.
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Conceito-chave
O terço proximal, alternativa C, reúne padrões com maior risco de falhar no tratamento funcional nas séries destacadas. O resumo cita uma série de Toivanen com 54% de pseudartrose proximal; esse número não é uma taxa universal para toda fratura tratada com órtese.
O segmento proximal curto é mais difícil de conter pelo envoltório da órtese, enquanto as forças musculares favorecem o deslocamento. Nas transversas simples, a área de contato também pode ser pequena, e um afastamento persistente deixa o foco em condição desfavorável. Assim, nível, traço e gap precisam ser lidos juntos (Rockwood, 10ª ed., cap. 37, “Quem vai mal na órtese”).
A comparação tem limites. Nem todos os estudos encontraram a localização como fator decisivo; as taxas variam por seleção, padrão e seguimento. A fonte também relata bons resultados globais da órtese e 96% de consolidação das distais na série de Sarmiento, sem autorizar prometer esse resultado para cada pessoa.
Outro sinal prognóstico é a ausência de calo em ponte com seis semanas, mesmo se o alinhamento estiver aceitável. Isso indica necessidade de reavaliar a evolução, não de esperar indefinidamente apenas porque a fratura está dentro dos ângulos tolerados.
Por que esta questão foi criada. Ela diferencia a boa consolidação global da órtese dos subgrupos em que segmento curto, traço simples e afastamento aumentam a chance de falha.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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