**Caso da questão 41:** Paciente de 20 anos, vítima de acidente motociclístico, deu entrada no Pronto-Socorro do HRL, trazido pelo SAMU, apresentando PA = 125 x 75mmHg, FC = 120bpm e SatO2 = 92%. Chega entubado e inconsciente. Foi realizada essa tomografia computadorizada que evidenciou uma fratura de C6. O tipo da fratura de C6 é de: Após o tratamento cirúrgico do caso em questão, foi constatada a piora neurológica do paciente. Dentre as principais hipóteses diagnósticas para explicar essa complicação está o(a):
- Tração dos membros superiores
- Tração cervical
- Contusão medular no transoperatório
- Formação de hematoma e o deslocamento do enxerto
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Conceito-chave
O jovem motociclista do caso teve uma fratura grave de C6 e foi operado. Depois da cirurgia, o exame neurológico piorou. O que procurar primeiro?
A cirurgia do caso. O resumo do Rockwood and Green (10ª ed., cap. 48) usa este caso da SES-DF como exemplo de fratura em gota de lágrima em flexão, compressão-flexão de ALLEN estágio 3 ou mais. Para os autores, ela é tratada com corpectomia anterior, gaiola com enxerto e placa, somando a fixação posterior quando há translação grande ou facetas afastadas. É uma montagem com várias peças colocadas na frente da medula.
O que pode comprimir a medula depois. Diante da piora, o capítulo manda procurar, com radiografia e tomografia, falha da montagem, deslocamento do enxerto e compressão. Um enxerto que sai do lugar, ou um hematoma que se forma no espaço operado, empurram a medula recém-descomprimida. São causas mecânicas, que podem ser vistas na imagem e corrigidas.
O hematoma epidural. O capítulo leva esse risco tão a sério que os autores só iniciam a profilaxia de trombose no 4º ou 5º dia, por medo de hematoma epidural.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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