Na fratura segmentar do rádio, é indicada a fixação intramedular, quando não houver placa suficientemente longa para a osteossíntese.
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Conceito-chave
O rádio precisa recuperar sua forma. A fratura segmentar tem duas linhas que isolam um fragmento intermediário. No antebraço adulto, restaurar comprimento, alinhamento, rotação e curvatura radial é essencial para a pronação e a supinação. A fixação deve controlar os dois focos sem perder a relação entre rádio, ulna e articulações radioulnares.
A placa é a solução de referência quando viável. Uma placa longa pode abranger os dois focos e oferecer fixação estável. Se não houver uma placa suficientemente longa, duas placas menores podem ser usadas quando o fragmento intermediário permite fixação adequada. Portanto, a indisponibilidade de um implante específico não basta, sozinha, para impor a via intramedular.
A haste tem lugar restrito no adulto. Ela pode ser considerada em fraturas segmentares selecionadas ou diante de lesão grave dos tecidos moles que torne a exposição para placas indesejável. Seu desafio é controlar a rotação e reproduzir a curvatura radial. Ao escolher esse método, o cirurgião deve avaliar desenho e bloqueio da haste, extensão dos fragmentos, estado das partes moles e estabilidade final da rotação do antebraço.
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