Na pseudartrose infectada da diáfise do fêmur com perda óssea, a utilização de apenas uma fíbula vascularizada apresenta alto risco de refratura.
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Conceito-chave
Reconstruir osso e controlar infecção. Uma pseudartrose infectada do fêmur com perda segmentar reúne dois problemas: tecido infectado que precisa ser tratado e um defeito estrutural em osso que suporta grandes cargas. A reconstrução exige planejamento de desbridamento, estabilidade, cobertura de partes moles e substituição óssea.
O papel da fíbula vascularizada. Ela traz osso vivo com suprimento sanguíneo próprio e pode atravessar defeitos longos. Entretanto, uma fíbula isolada é muito mais estreita que a diáfise femoral. Antes de hipertrofiar sob carga, pode sofrer fratura por estresse ou falha da reconstrução se não houver proteção mecânica adequada.
Como reduzir o risco. Fixação estável, progressão criteriosa de carga e estratégias de aumentar a seção resistente, como montagem em dupla barra ou associação com enxerto estrutural, podem ser consideradas conforme o defeito e os tecidos disponíveis. A presença de infecção exige controle específico; vascularização do enxerto não substitui desbridamento nem antibioticoterapia dirigida.
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