A amputação aberta circular é preferível à amputação com retalho cutâneo invertido por favorecer o fechamento secundário.
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Conceito-chave
Aberta não significa circular. Em uma amputação realizada por trauma ou infecção, pode ser prudente deixar a ferida sem fechamento imediato para reavaliar a viabilidade tecidual e controlar contaminação. Isso descreve o momento do fechamento, não obriga cortar pele, músculos e osso no mesmo plano circular.
O problema da guilhotina. Uma amputação circular no mesmo nível sacrifica pele que poderia cobrir o coto e pode exigir nova ressecção proximal na revisão. Planejar retalhos com tecido viável preserva opções de cobertura e um comprimento funcional maior. Um retalho de pele invertido pode proteger as bordas durante a fase aberta, conforme a técnica e a lesão.
A escolha é individual. Em situações de emergência extrema, a amputação circular rápida pode ser usada como etapa temporária, mas isso não a torna preferível por facilitar o fechamento secundário. Depois dos desbridamentos, o objetivo é um coto coberto sem tensão, estável e compatível com reabilitação e prótese.
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