Na fratura intertrocantérica com obliqüidade reversa, a placa e o parafuso deslizante de 135 graus conferem estabilidade, sem necessidade de osteotomia.
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Conceito-chave
A afirmação é falsa pela fonte consultada: resposta provável B, sem gabarito oficial disponível. Na obliquidade reversa, a parede lateral está rompida e um DHS convencional de 135 graus não oferece a contenção que existe numa trocantérica estável.
O parafuso do DHS desliza no tubo da placa para permitir impactação controlada. Esse mecanismo precisa de suporte: a parede lateral funciona como batente. Quando ela falta, os adutores podem medializar a diáfise, com perda de contato e de offset. O deslizamento deixa de ser uma vantagem suficiente para garantir a estabilidade pretendida pela frase (Rockwood, 10ª ed., cap. 54, “Classificação: AO 31A e a parede lateral” e “Escolha do implante”).
O capítulo enquadra a obliquidade reversa no grupo A3 e favorece haste cefalomedular. O implante no eixo tem braço de alavanca menor e apresenta menos medialização nas comparações citadas. A escolha responde à mecânica do traço, não simplesmente a uma preferência por implante mais moderno.
A frase também menciona osteotomia. Rejeitar o DHS como solução estável isolada não obriga a acrescentar uma osteotomia: a fonte atual oferece a haste como estratégia para A3. Não há motivo para reconstruir de memória uma técnica histórica que não foi descrita no resumo.
No resumo da Biblioteca, compare o batente lateral e os padrões A1/A3. Sem resposta oficial, B continua identificada como conclusão provável pela bibliografia, preservando o registro da prova.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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