A fratura da diáfise do fêmur deve ser tratada com haste intramedular bloqueada dinâmica, pelo maior risco de retardo na consolidação, quando se utiliza o bloqueio estático.
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Conceito-chave
A afirmação de que a fratura da diáfise deve receber bloqueio dinâmico porque o estático atrasa a consolidação é errada segundo o resumo. Como não há gabarito oficial, B é provável pela bibliografia.
O capítulo recomenda bloqueio estático em todas as hastes femorais, porque nem sempre se consegue julgar a estabilidade no intraoperatório. Na série de Brumback citada, houve 98% de consolidação sem necessidade de dinamização rotineira. Não é correto transformar estabilidade inicial em causa obrigatória de retardo (Rockwood, 10ª ed., cap. 57, “Fresagem, diâmetro, bloqueio e carga”).
Dinamizar é uma decisão posterior e selecionada. Na pseudartrose ou no retardo, é preciso avaliar ajuste da haste, calo, estabilidade axial, distração e infecção. O próprio resumo mostra falhas de dinamização; ela não é uma solução superior para qualquer situação.
Proteger rotação e comprimento no início e ajustar uma montagem quando a evolução exige são momentos diferentes do tratamento. A possibilidade de retirar bloqueios depois não justifica abrir mão deles de rotina na cirurgia inicial.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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