O tratamento funcional das fraturas pelo método de SARMIENTO baseia-se no princípio da pressão hidrostática gerada nas partes moles por meio de órteses bem moldadas.
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Conceito-chave
Uma órtese bem moldada consegue ajudar a manter a tíbia alinhada sem funcionar como uma placa rígida presa ao osso. Ela utiliza a pressão exercida sobre as partes moles, princípio que torna a afirmação verdadeira. A é a resposta provável; não há gabarito oficial registrado.
O resumo chama esse mecanismo de pressão hidráulica: o molde justo contém os tecidos com líquido pouco compressível da perna. A carga precoce estimula a consolidação, enquanto a contenção ajuda a manter a posição. “Hidrostática”, no enunciado, expressa esse mesmo fundamento de pressão transmitida pelo envelope de tecidos, não uma pressão aplicada diretamente por parafusos (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “A técnica” do tratamento funcional).
O mecanismo depende de seleção e acompanhamento. Primeiro é necessária uma redução aceitável; partes moles que não toleram gesso ou órtese e lesões que impedem a carga são limitações. O protocolo começa com tala ou gesso longo enquanto o edema diminui e depois pode seguir com órtese funcional, que permite também liberar o tornozelo.
A contenção não elimina o risco de perder o eixo. O capítulo destaca varo com fíbula íntegra e observa que a órtese não corrige nem aumenta o encurtamento inicial. Assim, conhecer o princípio deve levar a verificar o molde, a pele e a redução nos retornos, em vez de concluir que a fratura se manterá sozinha.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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