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Questão de Fratura subtrocantérica (TARO 2009)

Trauma adultoFratura subtrocantéricaTARO 2009

A fratura subtrocantérica, segundo RUSSELL & TAYLOR, é mais grave quando há

  1. extensão do traço de fratura à fossa piriforme.
  2. acometimento da região póstero-medial do fêmur.
  3. extensão do traço de fratura para a diáfise femoral.
  4. fragmentação da cortical lateral do terço proximal do fêmur.
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Gabarito: –

Conceito-chave

O que a classificação observa. A região subtrocantérica fica logo abaixo do trocânter menor e suporta grandes forças de flexão e varização. Russell-Taylor organiza suas fraturas sobretudo pela extensão do traço até a fossa piriforme, depressão na face medial do trocânter maior que servia de ponto de entrada para hastes retas clássicas. No tipo I, a fossa permanece íntegra; no tipo II, ela é atingida.

Há ainda subtipos que refinam a estabilidade. No tipo IA, o trocânter menor não está envolvido; no IB, ele participa do traço. No tipo IIA, a fratura alcança a fossa piriforme sem perda importante do suporte medial; no IIB, há cominuição ou perda desse suporte. Esses detalhes influenciam redução, escolha do ponto de entrada e controle da tendência ao varo e à flexão do fragmento proximal.

Por que o tipo II importava. Quando o traço cruza a fossa piriforme, uma haste convencional introduzida ali pode abrir a fratura ou não conseguir controlar o fragmento proximal. Implantes e pontos de entrada atuais mudaram opções de tratamento, de modo que não se deve transformar a regra histórica em proibição universal de haste. O raciocínio útil é reconhecer se a região de entrada e o apoio medial estão preservados, restaurar comprimento, rotação e eixo e obter fixação estável.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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