Na fratura supracondiliana do fêmur, a consolidação viciosa ocorre mais freqüentemente com o fragmento distal em
- flexão.
- extensão.
- valgo.
- varo.
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Conceito-chave
Onde está o desvio? A fratura supracondiliana do fêmur separa a metáfise distal da diáfise, acima dos côndilos. Para descrever a consolidação viciosa, é preciso observar radiografias frontal e lateral e comparar o eixo do fragmento distal com o proximal. Varo é a inclinação medial do segmento distal no plano frontal, com perda do alinhamento fisiológico do membro inferior; valgo é a inclinação oposta.
O fragmento distal sofre forças em mais de um plano. Os adutores favorecem deformidade em varo, enquanto o gastrocnêmio, inserido posteriormente nos côndilos, tende a deslocar ou angular o fragmento distal em extensão no perfil. Quadríceps e músculos posteriores da coxa contribuem para encurtamento. Portanto, varo e extensão não se excluem: podem aparecer juntos na mesma fratura, mas a pergunta pede o desvio que a formulação clássica destaca como consolidação viciosa mais comum.
Por que o varo importa? Mesmo com união óssea, um eixo em varo redistribui as cargas no joelho e pode causar dor, limitação funcional e degeneração articular. A prevenção exige restaurar comprimento e eixo no plano frontal, conferir também flexão, extensão e rotação no perfil e não aceitar uma redução que apenas aproxime os fragmentos. Radiografias seriadas verificam perda progressiva da correção durante a consolidação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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