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Questão de Fraturas expostas (TARO 2008)

Trauma adultoFraturas expostasTARO 2008

Na fratura exposta, o gás no subcutâneo pode ser produzido por Clostridium perfringens ou

  1. Pseudomonas aeruginosa.
  2. Azotobacter vinelandii.
  3. Bacilus antracis.
  4. Escherichia coli.
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Conceito-chave

Gás na imagem tem mais de uma origem. Em uma fratura exposta, ar pode entrar pela própria ferida no momento do trauma. Se o gás aparece ou progride junto com dor intensa, edema, toxicidade sistêmica e necrose, a equipe também deve suspeitar de infecção grave de partes moles. A radiografia mostra a presença de ar, mas não identifica sozinha o microrganismo nem distingue com segurança a origem traumática da infecciosa.

Clostridium perfringens é o agente clássico da mionecrose clostridiana, com produção rápida de gás e destruição muscular. Escherichia coli também pode fermentar substratos e integrar infecções produtoras de gás, inclusive em quadros polimicrobianos ou em pacientes com fatores predisponentes. A presença de crepitação não permite, portanto, concluir que toda infecção gasosa seja clostridiana. Cultura e avaliação cirúrgica orientam o tratamento, sem atrasar antibióticos e desbridamento quando se suspeita de infecção necrosante.

Não use uma lista de espécies como teste de exclusão. A associação entre um organismo e gás tecidual depende do local, dos tecidos, de outros micróbios e das condições de crescimento. A resposta provável identifica um segundo produtor reconhecido entre as alternativas, não estabelece que os demais agentes jamais possam aparecer em processos necrosantes.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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