A fratura do capítulo do úmero corresponde, na classificação AO, ao tipo
- C1.
- B1.
- B2.
- B3.
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Conceito-chave
O número 13 é o úmero distal. Na classificação AO/OTA, A reúne fraturas extra-articulares, B fraturas articulares parciais, nas quais parte da superfície ainda permanece unida à diáfise, e C fraturas articulares completas, que separam todo o bloco articular da diáfise. Portanto, C1 não é simplesmente “fratura do capítulo”: descreve um padrão completo e simples.
Dentro das articulares parciais, o plano do traço decide. B1 corresponde à fratura lateral em plano sagital, B2 à medial sagital e B3 à fratura no plano frontal ou coronal. O cisalhamento coronal isolado do capítulo é 13-B3.1; quando a tróclea entra no fragmento, a classificação detalhada muda dentro do grupo B3. Uma fratura lateral que atravessa o capítulo em plano sagital pode, por outro lado, ser B1.
A imagem precisa mostrar a extensão real. A radiografia lateral costuma revelar o fragmento anterior deslocado. A tomografia pode identificar extensão para a tróclea, impactação posterior e fragmentos ocultos, dados importantes para escolher abordagem e fixação. A chave é imaginar o plano da fratura e perguntar se o restante da superfície articular continua ligado ao úmero.
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