Na fratura 13-C1, segundo a classificação AO, a fixação com duas placas promove maior estabilidade, com os planos entre elas em ângulo de
- 0º.
- 30º.
- 60º.
- 90º.
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Conceito-chave
Que fratura é 13-C1? No código AO/OTA, 13 identifica o úmero distal, C indica que a superfície articular está completamente separada da diáfise, e C1 descreve traços articulares e metafisários simples. O tratamento cirúrgico busca primeiro reconstruir a superfície da tróclea e do capítulo e, depois, ligar esse bloco às colunas medial e lateral com fixação estável suficiente para permitir mobilização precoce do cotovelo.
Na montagem ortogonal, uma placa fica na coluna medial e outra na região posterolateral; seus planos formam aproximadamente 90 graus. Essa disposição dá suporte em direções diferentes e explica o número que a questão histórica espera. Na montagem paralela, as placas ocupam as faces medial e lateral, em planos próximos, mas os parafusos distais podem se entrecruzar e oferecer fixação sólida. A escolha depende do traço, do tamanho do fragmento distal, da qualidade óssea e do espaço para os parafusos.
O objetivo não é um ângulo mágico. Redução articular, preservação da vascularização, fixação de ambas as colunas e proteção do nervo ulnar importam mais que decorar uma configuração como sempre superior. A rigidez de uma montagem também muda com o tipo de placa e a direção e quantidade de parafusos; não se infere o resultado clínico apenas do ângulo entre placas.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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