Na osteossíntese intramedular de uma fratura diafisária da tíbia com diástase após a introdução da haste, segundo os princípios AO, a seqüência é
- bloqueio distal / redução da diástase / bloqueio proximal.
- bloqueio proximal / redução da diástase / bloqueio distal.
- redução da diástase / bloqueio proximal / bloqueio distal.
- redução da diástase / bloqueio distal / bloqueio proximal.
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Conceito-chave
A haste entrou, mas deixou uma diástase no foco. No traço axialmente estável, a sequência descrita é bloquear distalmente, reduzir a diástase por recuo da haste e só então bloquear proximalmente. A é a resposta provável sustentada pelo resumo; não há gabarito oficial registrado.
Uma haste que mantém comprimento excessivo pode deixar os fragmentos separados. Essa falha é indesejável porque aumenta o risco de pseudartrose. O bloqueio distal prende a haste ao segmento distal; o recuo, ou back slapping, permite aproximar esse conjunto do fragmento proximal antes de fechar o bloqueio de cima (Rockwood, 10ª ed., cap. 63, “Bloqueio e compressão”).
A ordem cria o apoio necessário para a manobra. Sem a ancoragem distal inicial, mover a haste não garante trazer o fragmento distal junto. Depois da aproximação, o bloqueio proximal mantém a relação obtida. A fonte também observa que empurrar para a frente uma haste já bloqueada em cima exige mais força, porque sua ponta encontra a metáfise distal não fresada.
Essa explicação não autoriza comprimir qualquer fratura até encurtá-la. O próprio trecho restringe a manobra aos traços axialmente estáveis; na cominução, preservar comprimento, rotação e eixo continua essencial. A questão cobra a sequência para corrigir a separação, não uma autorização para perder redução em outro plano.
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