Durante a fixação de uma fratura trocantérica instável, existe maior possibilidade de desvio anterior do fragmento proximal no lado
- direito, devido ao desenho da rosca do parafuso deslizante.
- direito, devido ao formato da placa.
- esquerdo, devido ao desenho da rosca do parafuso deslizante.
- esquerdo, devido ao formato da placa.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O parafuso pode mover a fratura enquanto entra. Na fixação com parafuso deslizante do quadril, a rosca avança na cabeça femoral mediante rotação. Se a fratura trocantérica é instável, o fragmento proximal pode acompanhar parte do torque antes de estar controlado. O resultado é perda da redução, vista no perfil como rotação ou projeção anterior de uma ponta óssea. O problema nasce do torque de inserção e da estabilidade da fratura, não do formato da placa lateral, que é acoplada depois.
O lado é precisamente a dúvida. Uma pesquisa de fraturas instáveis tratadas com esse implante observou uma ponta anterior do fragmento proximal apenas nas fraturas do lado esquerdo de sua amostra, relacionando o achado ao torque horário do parafuso. Portanto, a regra antiga que esta questão parece exigir, lado direito por causa da rosca, entra em conflito com evidência clínica publicada. Sem gabarito oficial nem a fonte original usada pela banca, não há base para apresentar A como fato anatômico universal.
O que muda a operação. Deve-se conferir a redução nas incidências frontal e lateral durante a inserção, evitar transmitir torque excessivo ao fragmento e usar controle antirrotacional temporário quando necessário. Em fraturas muito instáveis, a estratégia de fixação também depende da parede lateral, do suporte posteromedial e da possibilidade de obter redução estável. Decorar um lado não substitui observar a rotação real sob radioscopia.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo