Na osteossíntese intramedular das fraturas diafisárias, o material de síntese com maior possibilidade de infecção é a haste
- sólida em aço.
- canulada em aço.
- sólida em titânio.
- canulada em titânio.
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Conceito-chave
Desenho e material são perguntas diferentes. A haste intramedular pode ser sólida ou canulada, de aço ou de liga de titânio. A luz interna da canulada cria uma superfície de acesso e limpeza difíceis se houver contaminação. O aço e o titânio também diferem em propriedades de superfície e interação com os tecidos, mas não basta dizer que um metal é sempre seguro ou que o outro necessariamente infecta.
Em um modelo experimental com tíbias de coelhos contaminadas, as hastes ocas tiveram mais infecção que as sólidas em uma comparação, e as de aço mais que as de titânio em outra. Como foram experimentos distintos, com inóculos diferentes, somar seus percentuais para fabricar uma taxa de infecção da haste canulada de aço seria incorreto. A alternativa B é a extrapolação que reúne os dois fatores desfavoráveis estudados, não uma classificação clínica definitiva.
Na prática, o hospedeiro e a ferida pesam muito. Fratura exposta, grau de contaminação, lesão de partes moles, perfusão, desbridamento e profilaxia antibiótica influenciam o risco. A escolha da haste considera também o padrão da fratura, a estabilidade e a técnica de implantação. Se houver infecção, o biofilme no implante e a estabilidade da fratura entram na decisão terapêutica; trocar de metal, isoladamente, não resolve o problema.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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