Na lesão do anel pélvico, segundo a classificação de YOUNG-BURGESS, a fratura em crescente da asa do ilíaco corresponde ao mecanismo de
- compressão lateral, estágio I.
- compressão lateral, estágio II.
- compressão ântero-posterior, estágio I.
- compressão ântero-posterior, estágio II.
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Conceito-chave
Uma fratura em crescente da asa do ilíaco chega à sacroilíaca e se associa à luxação dessa articulação. Ela é a lesão posterior típica da compressão lateral tipo II, alternativa B, aqui identificada como resposta provável, sem gabarito oficial no acervo.
O fragmento posterior em crescente permanece ligado ao sacro pelos ligamentos posteriores; o restante do ílio é que se desloca. Isso combina lesão óssea e articular, distinguindo o padrão da simples impacção sacral da CL I (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Compressão lateral” e “Fratura em crescente e asa do ilíaco”).
CL II não é o mesmo que DAY II. Young e Burgess identifica o mecanismo e o padrão posterior. Day subdivide a fratura em crescente conforme o tamanho do fragmento e a parte da sacroilíaca envolvida, ajudando a planejar abordagem e fixação. Um crescente pode ter tipos diferentes de Day sem deixar de ser CL II.
A compressão anteroposterior segue outra lógica, com rotação externa e abertura anterior. Ela não deve ser escolhida apenas porque existe lesão da sacroilíaca: o traço em crescente do ilíaco é o detalhe que diferencia o mecanismo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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