Na síndrome compartimental do antebraço, os músculos mais acometidos são os flexores
- superficial dos dedos e radial do carpo.
- superficial dos dedos e longo do polegar.
- profundo dos dedos e longo do polegar.
- profundo dos dedos e radial do carpo.
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Conceito-chave
Pressão elevada ameaça a perfusão muscular. Na síndrome compartimental, a pressão dentro de um espaço fascial reduz o gradiente de perfusão e pode causar necrose muscular e lesão nervosa. Dor desproporcional e dor à extensão passiva dos dedos são achados precoces importantes; pulsos palpáveis não excluem o diagnóstico. Quando o exame é pouco confiável, a medida de pressão pode ajudar, sempre dentro do quadro clínico.
O compartimento volar profundo explica a alternativa. Nele estão o flexor profundo dos dedos, o flexor longo do polegar e, distalmente, o pronador quadrado. Os dois flexores profundos são classicamente vulneráveis à isquemia no antebraço. Já o flexor superficial dos dedos e o flexor radial do carpo pertencem a planos mais superficiais, motivo pelo qual as combinações com eles não são as melhores respostas.
O atraso deixa uma deformidade funcional. A necrose dos flexores profundos pode evoluir para contratura isquêmica de Volkmann, com flexão dos dedos e perda de função da mão. Suspeita clínica relevante exige retirada de curativos constritivos, avaliação urgente e fasciotomia completa quando indicada. A liberação do antebraço deve alcançar os planos profundos; abrir apenas a fáscia superficial pode deixar pressão residual.
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