Na lesão de GALEAZZI, o achado radiográfico que sugere ruptura da articulação radiulnar distal é
- a fratura da ponta do processo estilóide da ulna.
- a sobreposição da ulna distal com o rádio na incidência ântero-posterior.
- o encurtamento do rádio maior que 5 mm na incidência ântero-posterior.
- o desvio angular da diáfise do rádio na incidência em perfil.
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Conceito-chave
Encurtamento radial maior que 5 mm é o sinal de suspeita que a fonte relaciona à lesão da radioulnar distal. A perda de comprimento altera a relação entre rádio e ulna no punho. O resumo orienta comparar a variância com o lado oposto, porque diferenças individuais de anatomia podem confundir uma leitura isolada.
Galeazzi não é apenas uma fratura radial: a articulação distal pode estar subluxada, luxada ou instável. Além da alteração de comprimento, o capítulo descreve alargamento na incidência PA, luxação ulnar no perfil e fratura da base do estiloide. Esses achados justificam investigar a articulação, em vez de encerrar o diagnóstico no foco diafisário.
A prova usa “sugere”, termo que deve ser preservado. O resumo traz estudos que consideraram os parâmetros radiográficos isolados pouco confiáveis, recomendando testar a estabilidade depois da redução anatômica e fixação do rádio. Assim, mais de 5 mm é marcador histórico de suspeita, não demonstração definitiva de ruptura nem limite abaixo do qual ela seria impossível.
Leia “Quem tem a radioulnar distal lesada”, na Biblioteca. A resposta provável C decorre da fonte consultada; o acervo não registra gabarito oficial desta prova, e essa distinção permanece explícita.
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