Entre as fraturas abaixo, a de melhor indicação para o tratamento com fios de KIRSCHNER percutâneos é a do tipo AO 23
- B3.
- C1.
- C2.
- C3.
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Conceito-chave
AO 23 identifica a extremidade distal do rádio e da ulna. Na divisão clássica, A é extra-articular, B compromete apenas parte da superfície articular e C é articular completa. O número seguinte informa a complexidade: C1 tem traços articular e metafisário simples; C2 conserva a superfície articular simples, mas a metáfise é fragmentada; C3 inclui fragmentação articular.
Fios percutâneos exigem redução confiável. Eles podem manter uma fratura reduzida sem a exposição necessária para uma placa, desde que o padrão seja simples, os fragmentos ofereçam apoio e a estabilidade seja suficiente. Entre as quatro opções apresentadas, a C1 reúne a menor complexidade para essa estratégia. Mesmo assim, a indicação real depende de desvio, estabilidade após redução, qualidade óssea e possibilidade de controlar a superfície articular por imagem.
As alternativas mais complexas pedem outra estratégia. B3 é uma fratura parcial articular de cisalhamento da margem volar, que tende a precisar de suporte contra o deslizamento do fragmento. C2 traz cominuição metafisária e C3 também articular, aumentando a dificuldade de manter comprimento e congruência apenas com fios. Fixador externo, placa e técnicas combinadas podem ser necessários conforme o padrão; não é correto afirmar que toda C3 exige exatamente a mesma operação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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