Na fratura da extremidade distal do rádio do adulto, o sistema de classificação IDEAL divide as lesões em
- 2 tipos.
- 3 tipos.
- 4 tipos.
- 5 tipos.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A classificação IDEAL (de Ilyas e Jupiter) para a fratura do rádio distal do adulto tem como objetivo orientar o tratamento. O nome reúne os fatores avaliados:
Idade do paciente (idosos têm menos demanda e osso mais frágil);
Desvio (deslocamento) da fratura;
Energia do trauma;
Articular: envolvimento da superfície articular;
Lesões associadas.
Como funciona: cada fator soma pontos, e o total coloca a fratura em três tipos:
tipo I: fraturas de baixo risco, estáveis, que podem ser tratadas sem cirurgia;
tipo II: fraturas potencialmente instáveis, que muitas vezes pedem fixação;
tipo III: fraturas complexas, de alta energia ou com lesões associadas, que exigem tratamento cirúrgico mais elaborado.
As outras classificações: AO (A, B, C e subgrupos), Frykman (8 tipos), Fernandez (5 tipos pelo mecanismo), Melone (4 partes).
Na prova: a classificação IDEAL divide as fraturas do rádio distal em 3 tipos.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo