Na fratura distal da tíbia, é indicador de maior relevância para mau prognóstico a
- fratura exposta.
- cominuição articular.
- cominuição metafisária.
- trombose venosa profunda.
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Conceito-chave
O fator articular que melhor expressa a gravidade do pilão entre as opções é a cominuição articular, alternativa B. Não é apenas “muito osso quebrado”: é a fragmentação da superfície que deve receber a carga do tálus.
A carga axial pode impactar e lesar a cartilagem ao mesmo tempo que fragmenta o osso subcondral. Reconstruir a superfície exige recuperar encaixe, altura e estabilidade dos fragmentos; ainda assim, uma redução anatômica não reverte necessariamente o dano celular inicial. Isso explica por que a artrose pode aparecer mesmo numa radiografia final satisfatória (Rockwood, 10ª ed., cap. 64, “O que define o prognóstico” e “Resultados e artrose pós-traumática”).
Articulação e metáfise trazem problemas diferentes. A cominuição metafisária dificulta manter comprimento e eixo e escolher a montagem. A articular atinge diretamente a superfície de deslizamento e carga. Ambas importam, mas não devem ser tratadas como um único atributo de “cominução”.
O resumo apresenta a gravidade articular como determinante central para muitos autores, mas também expõe limites da previsão: no estudo de DeCoster, escores clínicos não se correlacionaram de maneira consistente com gravidade e redução, embora a redução se relacionasse à artrose. Partes moles, exposição e fatores sociais também influenciam o resultado. A resposta é uma prioridade relativa entre as opções, não um prognóstico calculado por uma única variável.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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