Na fratura por estresse nas mulheres, a frequência relativa em relação aos homens é
- maior e acomete mais a tíbia e a fíbula.
- menor e acomete mais a tíbia e a fíbula.
- maior e acomete mais a pelve e o fêmur.
- menor e acomete mais a pelve e o fêmur.
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Conceito-chave
As fraturas por estresse são mais frequentes nas mulheres do que nos homens, sobretudo em atletas e militares.
Por quê:
a deficiência energética e a tríade da mulher atleta (baixa energia, amenorreia, baixa massa óssea) deixam o osso mais frágil;
diferenças anatômicas: pelve mais larga, maior ângulo do quadríceps (Q) e diferenças na marcha;
menor massa muscular, que amortece menos a carga;
menor diâmetro e espessura cortical dos ossos longos.
Os locais que mais diferem: nas mulheres, há mais fraturas por estresse na pelve (ramos do púbis, sacro) e no fêmur (colo e diáfise), regiões de osso esponjoso mais sensíveis à baixa massa óssea. Nos homens, predominam a tíbia e os metatarsos.
A importância: as fraturas do colo do fêmur e do sacro podem passar despercebidas como dor no quadril ou lombar; o colo do fêmur no lado de tensão é de alto risco.
A conduta: além do tratamento da fratura, investigar a tríade (alimentação, ciclo menstrual, densitometria).
Na prova: nas mulheres, a frequência é maior e acomete mais a pelve e o fêmur.
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