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Questão de Fraturas dos metacarpos e falanges (TEOT 2022)

Trauma adultoFraturas dos metacarpos e falangesTEOT 2022

Na luxação metacarpofalangeana do polegar, a lesão associada mais comum é a

  1. ruptura capsular.
  2. ruptura dos tendões adjacentes.
  3. fratura dos sesamoides do polegar.
  4. fratura articular da base da falange.
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Gabarito: D · fratura articular da base da falange.

Conceito-chave

A metacarpofalângica do polegar é uma articulação com pouca estabilidade óssea, que depende de ligamentos e músculos. Quando ela luxa, a energia que tirou a falange do lugar quase sempre deixa outra marca. A questão pergunta qual é a mais comum.

Como a MCF do polegar luxa. No Rockwood and Green (10ª ed., cap. 45), a luxação vem da hiperextensão (e o colateral radial rompe por força ulnar). Ao ser forçada para trás, a falange proximal se apoia e bate contra a cabeça do metacarpo enquanto a placa volar e a cápsula cedem.

O que vem junto. O capítulo lista as lesões associadas: a mais comum é a fratura articular, sobretudo avulsões e cisalhamentos da base da falange proximal. Também aparecem ruptura da cápsula, fratura de sesamoide e ruptura de tendões vizinhos, mas com menor frequência. Faz sentido mecânico: os ligamentos e a placa volar se prendem à base da falange, e, quando a força é grande, o osso dessa base cede antes do ligamento, saindo um fragmento preso a ele, ou a base é cisalhada pela cabeça do metacarpo ao luxar.

Por que isso importa. Um fragmento articular muda a conduta: se ele leva o ligamento ou deixa a articulação incongruente, a redução fechada pode não bastar. Como nos dedos, a redução é fechada sempre que possível e aberta se houver interposição.

No resumo de fraturas da mão, a seção da luxação metacarpofalângica traz o polegar no fim.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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