Na manobra de redução para o tratamento das fraturas de BENNETT, deve ser realizada tração do polegar associada à
- compressão lateral e pronação do fragmento distal.
- compressão medial e pronação do fragmento distal.
- compressão lateral e supinação do fragmento distal.
- compressão medial e supinação do fragmento distal.
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Conceito-chave
Na fratura de Bennett, a diáfise do primeiro metacarpo desvia para dorsal e radial, encurta (abdutor longo do polegar) e roda em supinação com adução (adutor do polegar). O fragmento volar-ulnar fica preso ao trapézio.
A manobra de redução desfaz cada uma dessas forças:
tração longitudinal do polegar: corrige o encurtamento;
compressão lateral (radial) sobre a base do metacarpo: empurra a base de volta para ulnar e volar, contra o fragmento preso;
pronação do fragmento distal: corrige a supinação;
abdução do polegar, para afastar a cabeça da palma.
A fixação: mantida a redução, passam-se fios de Kirschner percutâneos (do 1º metacarpo ao trapézio ou ao 2º metacarpo), ou, se o fragmento for grande, parafuso por redução aberta. A meta é uma superfície articular congruente, para evitar a artrose trapeziometacarpal.
Na prova: a redução do Bennett usa tração com compressão lateral e pronação do fragmento distal.
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